Após mais uma passagem pelo hiperespaço, a nave dos heróis parou em mais um planeta para esfriar o motor. — Enfim chegamos em Nekdok. — Disse Kadmek — Dazimok, tudo bem se eu dar uma volta? — É claro. — Respondeu o inseto. — Você merece uma folga. — Dazimok então se virou para Douglas — Você não quer ir junto? Douglas ficou nervoso. — Bom, se o Kadmek não se incomodar... — Eu tenho mesmo que levar ele, Dazimok? — Perguntou o felino — Eu gostaria que sim. — Respondeu Dazimok. — Eu entendo o seu lado, mas você não pode esquecer que Douglas é a nossa esperança pra acabar com essa guerra de maneira que seja benéfica para todos. Vocês precisam se dar bem. Kadmek grunhiu. — Argh. Tá bom. Vamos, Douglas. * Era um dia lindo naquela área do planeta Nekdok: O sol brilhava radiante e não havia uma única nuvem no céu. ...
E aí, tudo certo? Aqui é o autor falando. Quando eu tive a ideia de escrever Akasha, inicialmente era pra ser só um conto, um one-shot, algo que serviria transição entre Cidade Amarela e a história que seria de fato sua verdadeira continuação. Mas quando comecei a escrever, senti que a história deveria ser maior, pra poder cobrir melhor os eventos. Só que, diferente de Cidade Amarela, com Akasha eu não sentia aquela vontade de escrever; era algo forçado, que eu fazia por pura obrigação, só pra cumprir tabela. Por isso eu decidi cancelar a história. Pensei em usar este post pra contar as ideias que eu pretendia explorar na história, mas achei melhor não. Talvez eu faça isso no futuro como uma forma de explorar a worldbuilding das minhas histórias. ...
Em algum lugar além do plano dos mortais (e talvez até dos próprios deuses), há um planeta dourado chamado Carcosa. Sentado no trono de seu castelo, o Rei Amarelo cuidava de seus assuntos: Várias “janelas” espaço-temporais estavam abertas ao seu redor, ele não tinha dificuldades em dividir sua atenção entre cada uma delas. Em uma, era mostrado um planeta aonde Urgheols haviam acabado de despertar, e a espécie sapiente daquele lugar lutava por sua sobrevivência. Em outra, vampiros prestavam culto a ele. E também havia aquela em que o Rei havia iniciado um novo Jogo Sagrado. — Com licença, Rei Amarelo. — Disse uma voz feminina interrompendo o Rei. Era a Torre Verde, que dentro daquele edifício assumira a forma de uma coluna de fogo verde de dois metros de altura. ...
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